PT – TF12 – Precautions / Warnings (K18NTL)

Remover o fio de reforço antes da utilização.

Depois de ligar o dispositivo ao equipamento, o fio de corte não pode tocar em qualquer outro equipamento. A descarga de faíscas pode provocar queimaduras ao médico.

Ao utilizar um eletrocardiógrafo ou outro equipamento de monitorização fisiológica simultaneamente com o dispositivo num doente, qualquer equipamento de monitorização deve ser colocado o mais longe possível dos elétrodos utilizados com o dispositivo. Não devem ser utilizados elétrodos de monitorização de agulha, pois podem provocar queimaduras ao doente.

O esfinterótomo/papilotomo passa com sucesso nos testes de perturbação eletromagnética irradiada. Quando o dispositivo está operando com o gerador HF fornecendo corrente HF, podem ocorrer interferências eletromagnéticas quando os geradores HF são utilizados próximos a equipamentos de diagnóstico ou monitorização, levando a uma avaliação potencialmente inadequada do estado intraoperatório do paciente.

Não dobrar o tubo (< 15 mm). Poderá fazer com que o tubo fique permanentemente deformado, impossibilitando assim a utilização do dispositivo.

Quando utilizar o dispositivo na proximidade do coração, assegurar-se que o usa com a energia mínima necessária. A descarga de faíscas durante a operação pode afetar o coração.

Durante a preparação, não empurrar e puxar rapidamente o punho deslizante que provoca a dobragem da extremidade distal do tubo num ângulo inferior a 90º. Não fazer nada que possa provocar a dobragem do tubo. Rodar o cabo enquanto introduzir o dispositivo no canal do endoscópio provoca a dobragem do tubo.

Os Esfincterótomos/Papilótomos são constituídos por um cateter e, por isso, devem ser sempre esticados durante a utilização para evitar danos no dispositivo.

Os Esfincterótomos/Papilótomos devem ser utilizados com cabo HF, gerador HF e placa de aterramento que sejam marcados com CE e conformes com as normas de segurança elétrica (IEC 60601), para garantir a segurança do doente.

O meio de contraste utilizado com o dispositivo deve estar licenciado na UE. O uso off-label não é promovido e pode causar danos graves ao doente.

Quando aplicado a um doente com pacemaker implantado, o dispositivo pode provocar o mau funcionamento ou falha do pacemaker, afetando gravemente o doente. Antes de prosseguir, confirmar sempre a sua segurança com um cardiologista ou com o fabricante do pacemaker.

Se o doente precisar do uso de um desfibrilador externo durante o procedimento envolvendo o papilótomo, este deve ser totalmente removido ou desconectado do gerador cirúrgico HF antes de aplicar o choque elétrico.

Não utilizar o dispositivo se o comprimento total dos acessórios cirúrgicos exceder o comprimento máximo permitido definido para o gerador cirúrgico HF a utilizar.

Antes de operar o gerador cirúrgico HF, verifique se todas as conexões elétricas foram devidamente estabelecidas e se não há partes metálicas visíveis acessíveis na manopla do papilótomo, evitando o contacto com tecidos húmidos.

O papilótomo é um acessório cirúrgico destinado a fornecer energia elétrica de alta frequência aos tecidos corporais, graças ao fio elétrico embutido. Devido à muito baixa resistência elétrica, o dispositivo não dissipa calor. É um meio de fornecer a energia à interface entre a ponta do papilótomo e os tecidos corporais a serem tratados. A resistência elétrica significativa dos tecidos corporais a serem tratados (em contacto com a ponta do papilótomo) induz calor nos tecidos. Durante a curta duração da entrega de energia pelo gerador HF, podem ocorrer interferências eletromagnéticas que podem afetar os equipamentos de diagnóstico ou monitorização, levando a uma avaliação inadequada do estado intraoperatório do doente. Tais interferências potenciais são inerentes ao uso do gerador cirúrgico HF em combinação com ferramentas cirúrgicas, como o papilótomo.